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terça-feira, 14 de outubro de 2014

O PROTETOR - cinema

Denzel Washington é a razão principal para ver este filme que, pelo título, se sabe do que se trata... Mas numa tarde de muito calor, sem compromissos, o cinema gelado do shop frei caneca é ótimo.
Ele conhece uma jovem num bar e percebe que ela é forçada a ter relações sexuais com homens asquerosos... sem qqer outro interesse a protege se envolvendo com a máfia russa, em poucos segundos consegue atingir várias pessoas... a violência no cinema atingiu estágios distantes de simples socos e pancadarias - crueldade total - outros instrumentos, como furadeira, são usados para matar...
Em cartaz há várias semanas agrada ao público masculino pelas cenas de ação.

domingo, 9 de outubro de 2011

QUAL SEU NÚMERO? - cinema

Estranho título motivado pelo assunto adaptado de um livro que está entre os mais vendidos, estou lendo, ou melhor, tentando ler pq está longe de assuntos que já povoaram minha cabeça, é a qualidade das relações que me interessa, mas quase todas as mulheres adoram falar sobre: homens!!! neste caso específico, no filme, com quantos homens você teve relações sexuais? qual é a média razoável? 20 é demais? qtos anos tem a moça? 18?
Um grupo de amigas se reúne para discutir o assunto na véspera de casamento da irmã mais nova da protagonista Ally -Ana Farris - que, ao ser demitida, resolve escrever um livro ao se deparar com uma enquete de uma revista feminina. Faz uma relação e pede ajuda do seu vizinho Chris Evans (um charme - aparece segurando apenas uma toalha de rosto, para tapar certas partes, em várias cenas ao abrir a porta do seu apto...) peladão.
Enfim, o assunto rende e pensando nisso vou começar a escrever sobre minhas experiências...quem sabe rende algo...
Obs: eu li o livro, durante uns dias chuvosos, e gostei, pq o filme foi apenas baseado no livro=  os personagens masculinos e as situações são completamente diferentes... tirando alguns detalhes (excessivos) e reflexões desnecessárias a leitura flui agradável... Editora Novo Conceito lança no Brasil e acerta, bem melhor do que o filme e desperta curiosidade pelas situações em que a personagem (Delilah no livro) se encontra.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

MINE VAGANTI- cinema

« L'unica cosa più complicata dell'amore è la famiglia »
Tommaso, um rapaz, que vive em Roma, volta pra casa-Lecce/Puglia- e decide se revelar como homossexual para família, confessa ao irmão mais velho-Antonio- e o mesmo se declara 'primeiro'... resolveram, então, chamar o filme de 'o primeiro que disse' aqui no Brasil (título horrível), o original 'mine vaganti'- é se deixar levar pela correnteza, sem reagir!
A Nonna (Ilaria Occhini) rouba a cena e chama a atenção com um personagem que nem tem nome, o filme começa e termina com ela, é como se um grito sufocado durante anos se libertasse: sempre 'fare la voglia degli altri' (fazer a vontade dos outros) - e quando Tommaso (Riccardo Scarmacio) fala o que pensa ela se sente livre para partir.
Eu aceito as pessoas - suas preferências e sentimentos - e respeito.... não questiono nada... chega de hipocrisia e falsas relações para satisfazer a sociedade... tenho amigos de todas preferências que são bem mais verdadeiros e felizes do que muitos outros que mantém casamentos por toda uma vida...

sábado, 5 de junho de 2010

FAIS-MOI PLAISIR!-cinema

O título, no Brasil, será Faça-me feliz, mas traduzido literalmente seria algo como Me dê prazer, assim começa o roteiro quando um casal acorda e tenta 'fazer amor' ou ter alguns momentos de prazer-na verdade, ele quer e ela se esquiva- e acontece de tudo para atrapalhar... até que ele (Emmanuel Mouret) recebe um telefonema e conta um acontecimento, por acaso, que envolve outra mulher, a esposa em questão (Frederique Bel), perde o interesse... mas depois reflete e acha interessante ele ter outra experiência...
Intrigante como início, o roteiro acaba se perdendo quando ele vai se encontrar com a tal mulher misteriosa (Judith Godrèche) e descobre coisas: tipo que ela é filha do Presidente da República... enfrenta situações bizarras como estacionar seu modesto carro numa pequena vaga entre 2 carrões, uma cortina que prende no zíper da calça, choque elétrico na cozinha etc e etc... um pouco "over" demais para todos os momentos em que se encontra na casa dela: festa, convidados, namorado ciumento, serpente, japoneses... gente, algo que não tem fim... ao passar na casa de uma empregada da mansão, para consertar o zíper, encontra mais 3 mulheres -tb algo esquisito-pq tudo que é demais fica sem graça... o ritmo retoma quase no final quando reaparece a esposa e ela conta seu dia - que foi bem mais interessante- deveria ter filmado a história dela.
Emmanuel Mouret dirige o filme e por conta disso tantas cenas excessivas na sua própria direção.