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domingo, 23 de novembro de 2008

RESPEITO&EDUCAÇÃO

Direito de ir e vir
Estou revoltada com a invasão de privacidade que estamos vivendo neste momento em SP.
Eu faço minha caminhada habitual perto de casa, voltei indignada com a falta de respeito das pessoas em geral.
Primeiro num lugar onde, originalmente, é usado para caminhar tem rapazes jogando bola no meio da pista... e mais, a praça foi invadida pelos 'homeless(sem casa)' que significa mais do que sem teto como se usa... e, mesmo, fora do cercado passam garotos com todo tipo de abordagem BOM DIA, DOUTORA, não respondi e ele me acompanhou vários metros insistindo, até que me irritei e gritei.. chega, basta... isso mesmo, BASTA!!!
Isso também porque, usuária de transporte público- (nada como os da Rua Augusta (consórcio plus), comparados com os de Paris)-, quando entro logo vem alguem: 'eu não vou roubar vocês, estou pedindo'... 'meu filho está doente e não tenho dinheiro para os remédios'... ou jogam uns doces e começam um texto que é para ajudar alguma instituição-que não é verdade-... fiquei pasma: 5 em pouco trecho na Avenida Sto Amaro...e na Berrini é pior...os motoristas, com receio, não impedem...
No metrô, sempre lotado, você é empurrado pra dentro ou pra fora dele...
Outro dia, na rua, eu voltava da feira e veio um moleque pedir uma banana, eu disse não, e ele começou a vir junto... outro na rua augusta: pedindo almoço...os moleques vem acompanhando, tipo até convencer... e quando estou com estrangeiros começo a falar português, então eles se afastam...
Ouvi dizer que alguns chegam a faturar mais de 300 reais por dia...
Eu sou totalmente contra qualquer tipo de 'esmola', já se criou um comércio onde se renovam os textos e se tornam pegajosos e irritantes... e até perigosos quando dizem que não assaltam...
Ficamos vulneráveis quando vemos uma criança chorando ou no farol pedindo, mas logo ali perto estão os pais esperando o dinheiro... Eu me sinto insegura de andar, caminhar ou usar um transporte coletivo! Falta respeito porque as pessoas não foram educadas... a gente paga impostos, transporte, etc e essas pessoas se sentem no direito de importunar! onde estão os meus direitos???
Bom, e a 3ª idade?? eles adquiriram direitos, merecido, mas abusam, levam contas da família toda no banco... no mercado empurram quem está na frente, no transporte não cedem lugar para mulher grávida, etc... todo mundo vê mas ninguém faz nada ou sequer reclama...
"Esta cidade já não nos pertence mais!"

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

OPINIÃO

Recentemente fui impedida pela funcionária da Warner -Denise- através da CDN -Assessoria de Imprensa (AI), de assistir uma cabine de filme da Warner Bros. Para justificar a grosseria da situação, alegou a citada senhora que desconhecia a minha participação na comunidade da Imprensa Cinematográfica. Ora, isso demonstra não só 'ignorância' bem como o desconhecimento das obrigações inerentes à assessoria, tais sejam:
1º A AI deve se estender à todos os formadores de opinião;
2º A AI deve conhecer e acompanhar os veículos de comunicação nos assuntos de seu interesse, e manter informado e quantificado o seu cliente quanto aos benefícios conquistados. Isto é: a assessoria deve um clipping ao seu Cliente. De preferência confrontado com as tabelas de publicidade desses veículos para demonstrar o custo-benefício obtido;
3º A AI deve manter vinculo de simpatia, cordialidade e, principalmente, respeito para com os profissionais de Imprensa.
ATRIZ-ESCRITORA-INTÉRPRETE
A delicadeza da situação me obriga a deixar a modéstia de lado e a me reapresentar: Sou atriz, formada pelo Teatro Guaíra(Ctba-PR) e registrada no MT, e, como tal, participei de peças e produções de Bibi Ferreira, Paulo Goulart/Nicete Bruno, Antonio Fagundes, Marcos Caruso, entre outros. Tal experiência me credencia alguma especialização na apreciação de um espetáculo.
Fui levada à critica cinematográfica pelo Jornalista Carlos Motta, que viu qualidades nas minhas experiências e observações. Carlos Motta (informação que a sra. Denise certamente ignora) foi um dos mais reconhecidos e antigos críticos do jornal “O Estado de São Paulo” e, mesmo aposentado, prestou assessoria ao nosso colega Rubens Ewald Filho.
Devo acrescentar que a minha cultura multilíngüe me faz procurada para assessoria de tradução e na recepção de alguns artistas internacionais.
Minhas apreciações cinematográficas, entre outros veículos, são constantes no momento nos sites “Salada Cultural” e “Colunas & Notas”(cujo diretor Marcelo Pestana me apresentou oficialmente à Warner através da atual assessoria).
Quanto à restrição ao meu nome, alegou a sra. Denise que eu teria me retirado durante alguma de suas cabines. Ora, a dita senhora é ignorante não só na existência de compromissos (constantes na minha profissão) como em comportamentos humanos (matéria estimada nas escolas de Jornalismo).
Caberia nesse caso um pedido de explicação que eu não teria recusado.
Já vi muitos jornalistas do chamado 1º time deixarem uma sessão até para poderem cumprir em tempo o seu compromisso de fechamento em benefício do seu veículo e do próprio filme assistido.
Ignora aquela funcionária que a opinião de imprensa vai muito além do copy/paste de alguns dos jornalistas convidados.
Evidentemente estou levando o fato acima ao conhecimento da Warner Bros International e aos meus colegas de crítica cinematográfica.
Concluindo, o mais grave e mesmo repugnante, é a atitude anti-profissional e preconceituosa de uma funcionária atuando contra o interesse de seus patrões, tal seja: a captação da simpatia dos profissionais da Imprensa Cinematográfica em relação às produções do cliente que os paga.