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domingo, 27 de fevereiro de 2011

O DOCE VENENO DO ESCORPIÃO - cinema

O título do livro - bem mais interessante - adaptado para o cinema como BRUNA surfistinha, nos dá uma impressão melhor do que acontece na vida de uma prostituta que abandona a família para viver sua independência. E entre altos e baixos o doce veneno do escorpião vai tomando conta...
Embora o filme seja um tanto glamouroso, em certos momentos, que pode ser perigoso, reserva momentos de deleite e prazer sem cair na vulgaridade graças ao trabalho da atriz Deborah Secco. Em especial ainda na casa dos pais adotivos, com um jeito meio desleixada e na mudança física com cabelos mais escuros (apesar de envelhecer- não parece ter 18 anos) mas que a transforma mesmo em outra pessoa - não aquela que vemos na tv. Afirma que as cenas com drogas foram mais difíceis...
Aliás, num recente comercial de shampoo com Gisele Bündchen tem uma cena igual do filme (que é anterior)...
As cenas iniciais causam repulsa na platéia, mas aos poucos o prazer e a continuidade tornam mais natural o ofício mais antigo do mundo e este pode ser o perigo...
Entre vários atores, muitos fazem uma aparição rápida, Cássio Gabus Mendes cativa e permanece.
Imagem Filmes na produção e distribuição do filme.

sábado, 5 de junho de 2010

FAIS-MOI PLAISIR!-cinema

O título, no Brasil, será Faça-me feliz, mas traduzido literalmente seria algo como Me dê prazer, assim começa o roteiro quando um casal acorda e tenta 'fazer amor' ou ter alguns momentos de prazer-na verdade, ele quer e ela se esquiva- e acontece de tudo para atrapalhar... até que ele (Emmanuel Mouret) recebe um telefonema e conta um acontecimento, por acaso, que envolve outra mulher, a esposa em questão (Frederique Bel), perde o interesse... mas depois reflete e acha interessante ele ter outra experiência...
Intrigante como início, o roteiro acaba se perdendo quando ele vai se encontrar com a tal mulher misteriosa (Judith Godrèche) e descobre coisas: tipo que ela é filha do Presidente da República... enfrenta situações bizarras como estacionar seu modesto carro numa pequena vaga entre 2 carrões, uma cortina que prende no zíper da calça, choque elétrico na cozinha etc e etc... um pouco "over" demais para todos os momentos em que se encontra na casa dela: festa, convidados, namorado ciumento, serpente, japoneses... gente, algo que não tem fim... ao passar na casa de uma empregada da mansão, para consertar o zíper, encontra mais 3 mulheres -tb algo esquisito-pq tudo que é demais fica sem graça... o ritmo retoma quase no final quando reaparece a esposa e ela conta seu dia - que foi bem mais interessante- deveria ter filmado a história dela.
Emmanuel Mouret dirige o filme e por conta disso tantas cenas excessivas na sua própria direção.