Encontrei Dan, ao sair da sala, emocionado ao ver o seu trabalho... é ele que nos arrebata nos momentos finais quando o personagem usa seu repertório teatral para convencer o fiscal a ficar no Brasil.
Tony Ramos parece um homem comum, desses funcionários públicos em outras épocas, chefe da imigração na Alfandega (e torturador), mas aos poucos vai ganhando nossa confiança, e choca ao narrar 'coisas' que teve que fazer... ele se sobressai no início: começa um interrogatório com este ator polonês recém chegado (talvez Ziembinski) e acaba contando momentos terríveis de sua vida pessoal...
2 momentos de excelente interpretação-parabéns a estes atores de teatro que podemos ver no cinema.
Algumas participações especiais: Ewa Maria Parszewska, mãe de Dan, faz uma imigrante, Daniel Filho foi um dos torturados e Louise Cardoso é a irmã, sempre preocupada.
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